
A corrida pela liderança na inteligência artificial continua a exigir sacrifícios profundos na força de trabalho das gigantes tecnológicas. Segundo a publicação do Tom’s Hardware, Mark Zuckerberg confirmou que a Meta vai avançar com o despedimento de 8000 trabalhadores para suportar os custos colossais associados ao desenvolvimento e expansão da sua infraestrutura tecnológica.
O peso financeiro da corrida tecnológica
O ano de 2026 regista níveis sem precedentes de investimento no setor. As principais empresas tecnológicas dos Estados Unidos vão gastar mais de 600 mil milhões de euros (cerca de 650 mil milhões de dólares) apenas nesta área, um aumento expressivo de 60% face a 2025. A Amazon lidera atualmente esta tabela com uma verba a rondar os 185 mil milhões de euros, seguida de perto pela Alphabet, empresa-mãe da Google, com aproximadamente 170 mil milhões de euros.
Neste cenário competitivo, a empresa liderada por Zuckerberg posiciona-se no terceiro lugar, alocando um montante que varia agora entre os 115 e os 135 mil milhões de euros (125 a 145 mil milhões de dólares). Este valor foi revisto em alta recentemente, impulsionado precisamente pelas poupanças obtidas com a redução do quadro de pessoal.
Reestruturação e o futuro da força de trabalho
Para acompanhar a necessidade massiva de hardware destinado ao treino e inferência de modelos de inteligência artificial, a administração decidiu cortar cerca de 10% da sua força de trabalho global. Os despedimentos estão agendados para o dia 20 de maio. Durante uma reunião recente com a equipa, Zuckerberg deixou claro que investir nestes recursos computacionais obriga a reduções drásticas noutras áreas da empresa, sendo os trabalhadores a suportar o impacto mais duro. O executivo avisou ainda que a possibilidade de novos despedimentos ao longo de 2026 não está descartada.
Apesar dos cortes nas equipas, as finanças da empresa mantêm-se robustas. Durante o primeiro trimestre de 2026, as receitas registaram um crescimento homólogo de 33%, superando os 52 mil milhões de euros, resultando num lucro líquido de aproximadamente 25 mil milhões de euros. No entanto, o custo operacional desta transição de foco é notório: enquanto em 2025 o investimento em infraestrutura se situou nos 67 mil milhões de euros, os valores para o presente ano representam praticamente o dobro, forçando uma adaptação rigorosa e implacável na estrutura corporativa.
A corrida pela liderança na inteligência artificial continua a exigir sacrifícios profundos na força de trabalho das gigantes tecnológicas. Segundo a publicação do Tom’s Hardware, Mark Zuckerberg confirmou que a Meta vai avançar com o despedimento de 8000 trabalhadores para suportar os custos colossais associados ao desenvolvimento e expansão da sua infraestrutura tecnológica. O peso Read More TugaTech